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A Educação 4.0

O MUNDO MUDOU

O mundo mudou, isso é um fato. O mundo é global, as mudanças são cada vez mais rápidas e a tecnologia vem mudando a forma de como interagimos, aumentando as possibilidades de maneira exponencial e transformando as formas de produzir.

Este cenário nos desafia a fazer a educação não somente acompanhar o mundo em constante transformação, mas também guiar o mundo para cada vez sermos melhores. Queremos pessoas mais autónomas, críticas, colaborativas, atuantes, capazes de transformar o mundo e que, principalmente, sejam felizes.

Acreditamos que a educação continua sendo o melhor jeito de mudar o mundo, como Nelson Mandela já disse em seu discurso histórico na Universidade de Witwatersrand em julho de 2003. Para mudar é preciso saber para qual direção estamos indo e para qual queremos ir e, dessa maneira, colocar esforços para “empurrar a humanidade pra frente”.

É aí que várias perguntas surgem como “qual é o lugar da educação nisso tudo?”; “os robôs vão substituir os professores?”; “o youtube vai substituir a sala de aula?”; “como educar para que as pessoas sejam mais colaborativas e menos competitivas?”; “a competição é um problema?”… Mas não se preocupe, isso é muito bom, as perguntam são mais importantes que as respostas prontas e servem de guias para saber o que queremos (e o que não queremos).

A EDUCAÇÃO

Buscar um pouco mais fundo pode nos mostrar e fazer vir a tona o nosso porque, como educadores e amantes da educação. Etimologicamente a palavra vem de duas palavras latinas “educare” e “educere”, nisso vemos duas dimensões do aprendizado, “educare” de fora para dentro, no sentido de orientar, nutrir, levar alguém de um ponto a outro, como se alguém pegasse na sua mão e te levasse para onde você deseja chegar; “educere”, de dentro para fora, no sentido de despertar as potencialidades individuais que possuímos, como se uma força interna existisse em estado latente e fosse despertada dentro de nós.

Sendo assim, nosso trabalho é tanto o de orientar como o de despertar, o que é imprescindível para qualquer comunidade que tenha o desejo de se desenvolver.

Educação 1.0

É a educação tradicional. Rígida, o professor é a lei. O aluno aprende com o professor utilizando livros, cadernos, apostilas, lousa e giz. O ensino é realizado em um local físico definido: a sala de aula (que as vezes parece até uma prisão).

Educação 2.0

É a educação pós revolução industrial. O aluno divide experiências com os colegas, são guiados por um material didático, mas o ensino continua em lugares definidos, como salas de aula e laboratórios.

Educação 3.0

É a educação mais colaborativa. O aluno aprende com os professores e colegas, que facilitam o processo de aprendizado e de despertar. As salas de aula começam a dar espaço para o ensino hibrido, presencial e a distância, com muitos recursos para organizar e buscar informação.

Educação 4.0

A experiência da aprendizagem é colaborativa, por meio de projetos, nos quais professores, alunos e comunidade escolar atuam juntos. Os recursos são usados de maneira mais criativa e descentralizada, novas estratégias buscam uma metodologia ativa para as atividades em sala. O ensino a distância tem cada vez menos barreiras legais e tecnológicas, o que possibilita uma maior autonomia em relação a local e hora para aprender.

TECNOLOGIA VS METODOLOGIA

Sabemos que a educação 4.0 passa a ter a tecnologia como premissa, mas será que a tecnologia substituirá a metodologia? A resposta é não. Mas qual o impacto dela e como ela pode ser utilizada para potencializar os métodos educacionais?

A tecnologia passa a ser ferramenta para ajudar nos objetivos educacionais alinhada ao projeto pedagógico de maneira estratégica para melhorar o processo de aprendizagem no qual o aluno pode ser cada vez mais um buscador do próprio conhecimento.

PROFESSORES 4.0

Os professores são atores fundamentais para a educação, mas precisarão assumir um papel diferente no processo educacional. Os educadores já não são a única fonte de conhecimento do aluno e seu papel passa a ser muito mais complexo e amplo, atuando como facilitador dos processos, provocador de novos desafios e auxiliando a organizar roteiros mais personalizados para aprendizagem do aluno.

Dica: este debate do Canal Futura sobre o assunto é muito bom!

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